Salmo 131 - PARTE I

Posted: quinta-feira, 15 de julho de 2010 by Ministério de Artes Inconformados in
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Olá...

Quem caminha comigo sabe como amo o salmo 131...

E ao ler o comentário de Warren W. Wiersbe fui tão abençoada,

Que decidi publicá-lo aqui...

A comparação com uma criança desmamada é um retrato muito bonito do significado da humildade e da maturidade. As crianças israelitas eram desmamadas aos 3 ou 4 anos de idade, um acontecimento que marcava o fim da primeira infância. Mas as crianças, de modo geral, não desejam ser privadas dos braços carinhosos da mãe e da saciedade que encontram em seus seios, de modo que se sentem rejeitadas e indesejadas. Porém, depois da crise do nascimento, toda criança deve, mais cedo ou mais tarde, ser desmamada e aprender a primeira lição da escola da vida: o processo de crescimento envolve perdas dolorosas que podem levar a ganhos maravilhosos. O termo hebraico para desmamar significa “completar, amadurecer e tratar com bondade”. As pessoas em processo de amadurecimento sabem que a vida é uma série de perdas e ganhos e aprendem a usar suas perdas de maneira construtiva. A fim de não apenas crescer, mas também se desenvolver, as crianças devem ser capazes de atuar de modo independente da mãe. Isso implica desmamar, ir à escola, escolher uma profissão e, provavelmente, se casar e constituir um novo lar. Devem aprender que existe uma diferença entre a independência física e a independência emocional de sua família e que essas separações não os privam do amor de mãe.

O objetivo de Deus é que alcancemos maturidade emocional e espiritual e, por vezes, Deus precisa nos desmamar de coisas boas para nos dar coisas melhores. Abraão teve de deixar sua família e sua cidade, mandar Ismael embora, separar-se de Ló e colocar Isaque no altar. Que desmames dolorosos! José teve de ser separado do pai e dos irmãos, a fim de ver seus sonhos realizados. Tanto Jacó quanto Pedro tiveram que ser desmamados de sua auto-suficiência e aprender que crer é viver sem tramar.

A criança que Davi descreve debate-se e chora, mas, no final se acalma e aceita o inevitável. O termo descreve o mar que se aclama ou o lavrador que aplana o solo depois de ará-lo (Is. 28.25). Em vez de ter altos e baixos emocionais, a criança desenvolve reações constantes e uniformes indicando um passo enorme na busca pela maturidade. A vida bem-sucedida implica uma passagem da dependência para a independência e, em seguida, para a interdependência, sempre dentro da vontade de Deus. Aceitar a vontade de Deus nas perdas e nos ganhos da vida é experimentar uma serenidade interior essencial para nos tornarmos pessoas maduras.

Tenho certeza de que, assim com eu, também se identificou com a palavra...

O próximo post também será dentro do salmo 131...

Até...

Lu de Souza, pra..

Exposição: uma necessidade

Posted: domingo, 11 de julho de 2010 by Ministério de Artes Inconformados in
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Olá...

Depois de um bom tempo>>> volto a postar...

Conheci o Pr. Ariovaldo Jr.pessoalmente no Tribal Generation...

A postagem abaixo dessa, tbm é um texto dele...

Seja... CONFRONTADO...

Expor a si mesmo é uma necessidade. E em tempos em que se você não está no Google, praticamente não existe, esta verdade ganha maior peso. Porém, uma parcela das pessoas prefere ocultar-se no anonimato. Não chamo de anonimato o esconder de sua identidade, mas o ato de ocultar suas idéias. E então estes tranformam-se em defensores da moral hipócrita; criticando com fervor qualquer pensamento divergente do sistema vigente. Como se o exercício da liberdade alheia trouxesse incômodo. Como se fosse preferível guardar suas mazelas para si mesmo do que publicá-las.

A verdade é que internamente somos todos polêmicos. E à medida que nos tornamos pessoas influentes socialmente (seja na política, ou nas estruturas funcionais das igrejas), preferimos nos abster de tudo que possa ser criticado. Isto é uma atitude bem vista politicamente e, ao mesmo tempo, bem hipócrita.

A Igreja de Cristo, enquanto comunidade dos arrependidos, precisa necessariamente estar fundamentada em homens e mulheres que fazem da exposição de suas mazelas, uma bandeira. Não, não somos os santos que abandonaram as práticas do pecado e blábláblá, como muitos insistem em gritar nos comentários no meu site. Santidade é apenas um caminho. E santificados somos por fé, ao nos lembrarmos de para ONDE estamos caminhando.

Porém, a caminhada do evangelho é uma longa maratona. Não adianta se vangloriar de estar à frente nos primeiros dois quilômetros. A corrida ainda é longa e o que realmente conta é se conseguiremos ser constantes o suficiente para cruzarmos a linha de chegada.

Portanto, não devo esconder meus defeitos. Pois é melhor começar mancando e terminar correndo, do que o contrário.

Texto de Ariovaldo Jr.

Tenho certeza de que vc foi edificado...

Até a próxima....

Pra. Lu de Souza