::O dia 30 de Abril::

Posted: sexta-feira, 30 de abril de 2010 by Ministério de Artes Inconformados in
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Olá...

Dia que o Senhor fez...
Dia de impacto evangelístico na rua, enfrente à nossa igreja, a Pibvf...
Fomos convocados pra apresentar a pantomima correntes...
Que pressão hein!
A semana foi de luta pra igreja toda...
A rua estava estranha, nós sentíamos a revolta do inferno por mais um impacto...
A galera chegou pro impacto cada um com um problema diferente...
Coisa do maligno, tentando nos sufocar e desanimar...
Nós? Ficamos com a Palavra da boca de Deus que diz: jovens, Eu eu vos escrevi, porque sois fortes, e a palavra de Deus está em vós, e já vencestes o maligno.” (I João 2:14).
E foi debaixo dessa Palavra que avançamos com o Senhor dos Exércitos à frente...
Foi bênção, cumprimento de promessa de Deus pra nós, ALELUIAAAAAA
Muita liberdade no Espírito Santo, alvo alcançado: o povo ouviu a palavra de Deus através das músicas, danças, teatro, orações e pregação...
SOMOS PROFETAS URBANOS!!!
A DEUS toda a glória, toda a honra e todo o louvor...
Valeu PAIZÃO, Obrigada...
Aos pais, pastores, líderes, intercessores, familiares, amigos, a todos que nos acompanham de perto ou de longe, muito obrigada...
Pra. Lu de Souza e INconformados...

::Você não pode manipular os planos de Deus::

Posted: segunda-feira, 26 de abril de 2010 by Ministério de Artes Inconformados in
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Olá...

Medite Hoje...

Deus sabe onde Ele precisa de nós. Cada um de nós tem seu papel. Alguns SELECIONAM suas profecias e tentam crer e apropriar-se somente daquelas que lhes agradam mais, porém não é assim que funciona. Você não deve escolher sozinho (não sabemos escolher sem Ele). Você não pode planejar e definir tudo. Você não deve fazer a sua própria agenda (Ele faz a agenda). Você não pode manipular os caminhos de Deus. CRISTO É O SENHOR!

(Ruth Reflin)

CRISTO É O SENHOR!....

Se você entregou a sua vida para Jesus Cristo, Ele é o seu DONO, o seu SENHOR... Então não somos independentes, temos alguém acima de nós, não podemos sair por aí fazendo a nossa própria vontade sem perguntar o que o SENHOR deseja, sem saber a vontade Dele e o que Ele sonhou e planejou pra nós... Vamos experimentar seguir o exemplo de Jesus e orar como Ele nos ensinou: Pai nosso... venha o teu Reino, seja feita a tua vontade,... Venha o teu Reino e teu Governo, Senhor, seja feita a tua vontade em minha vida, em meu coração... ELE É A MÁXIMA AUTORIDADE EM MINHA VIDA!

Vamos pôr em prática?

Pra. Lu de Souza

::Esperanças Frustradas::

Posted: sexta-feira, 23 de abril de 2010 by Ministério de Artes Inconformados in
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Eu tinha no coração o propósito..."

O Davi que profere essas palavras está velho. As mãos que balan çaram a funda estão moles. Os pés que dançaram diante da arca agora se arrastam. Embora seus olhos ainda estejam nítidos, seus cabelos estão grisalhos e a pele perde a firmeza sob sua barba.

"Eu tinha no coração o propósito..."

Uma multidão ouve. Cortesãos, conselheiros, camareiros e servos. Eles se reuniram a pedido de Davi. O rei está cansado. O tempo de sua partida está próximo. Eles ouvem enquanto ele fala.

"Eu tinha no coração o propósito de construir..."

Modo estranho de começar um discurso de despedida. Davi não menciona o que fez, mas o que queria fazer, mas não pôde. "Eu tinha no coração o propósito de construir um templo para nele colocar a arca da aliança do SENHOR, o estrado dos pés de nosso Deus" (1 Crônicas 28:2).

Um templo. Davi queria construir um templo. O que havia feito por Israel, ele queria fazer pela arca — protegê-la. O que havia fei to com Jerusalém, ele queria fazer com o templo — estabelecê-lo. E quem melhor do que ele para fazer isso? Não foi ele, literalmente, que escreveu o livro sobre adoração? Não foi ele que recuperou a arca da aliança? O templo teria sido seu canto do cisne, a obra assinada por ele. Davi esperara dedicar seus últimos anos à construção de um santuário para Deus.

Pelo menos, essa fora sua intenção. "Eu tinha no coração o pro pósito de construir um templo para nele colocar a arca da aliança do SENHOR, o estrado dos pés de nosso Deus; fiz planos para construí-lo" (28:2).

Planos. Arquitetos escolhidos. Construtores selecionados. Plantas e projetos, desenhos e números. As colunas do templo traçadas. Os degraus projetados.

"Eu tinha no coração o propósito... fiz planos..."

Intenções. Planos. Mas nenhum templo. Por quê? Davi ficou desa nimado? Não. Ele continuava disposto. As pessoas resistiam? Dificilmente. Elas davam com generosidade. Os recursos eram escassos? Longe disso. Davi "providenciou... mais bronze do que se podia pesar... mais toras de cedro do que se podia contar" (1 Crônicas 22:3,4). Então o que acon­teceu?

Apareceu uma conjunção.

As conjunções funcionam como as luzes de um farol em sentenças. Algumas, como um e,são verdes. Outras, como um no entanto, são amare las. Algumas são vermelhas. Vermelhas ditatoriais. Elas o fazem parar. Davi recebeu uma luz vermelha.

Fiz planos para construí-lo, mas Deus me disse: "Você não construirá um templo em honra ao meu nome, pois você é um guerreiro e matou muita gente... Seu filho Salomão é quem construirá o meu templo e os meus pátios" (1 Crônicas 28:2-3, 6, grifo meu).

O temperamento sanguinário de Davi custou-lhe o privilégio de construir o templo. Tudo o que ele podia dizer era...

Eu tinha no coração o propósito...

Fiz planos...

Mas Deus...

Estou pensando em algumas pessoas que disseram as mesmas pala vras. Deus tinha planos diferentes dos delas.

Um homem esperou seus 35 anos para se casar. Decidido a escolher a esposa certa, ele, devotamente, não teve pressa. Quando a encontrou, eles mudaram-se para o oeste, compraram uma fazenda e começaram a vida juntos. Após três curtos anos, ela morreu em um acidente.

Eu tinha no coração o propósito...

Fiz planos...

Mas Deus...

Um jovem casal transformou uma sala em um quarto de bebê. For raram as paredes com papel decorativo, reformaram o berço, mas, então, a esposa sofreu um aborto.

Eu tinha no coração o propósito...

Fiz planos...

Mas Deus...

Willem queria pregar. Aos 25 anos, ele já havia vivido o suficiente para saber que sua vida era para o ministério. Vendia obras de arte, ensi nava línguas, negociava livros; conseguia ganhar a vida, mas não era uma vida. Sua vida era na igreja. Sua paixão estava voltada para as pessoas.

Assim sua paixão o levou para as áreas carboníferas do sul da Bél gica. Lá, na primavera de 1879, esse holandês começou a ministrar para os mineiros simples e trabalhadores de Borinage. Em questão de semanas, sua paixão foi testada. Um desastre na exploração das minas feriu inú meros aldeãos. Willem trabalhou o dia todo cuidando dos feridos e ali­mentando os famintos. Ele até escavou as paredes das jazidas para ajudar seu povo.

Depois que o entulho foi limpo e os mortos enterrados, o jovem pregador ganhou um lugar no coração deles. A igrejinha encheu-se de pessoas famintas de suas simples mensagens de amor. O jovem Willem estava fazendo o que sempre sonhou.

Mas...

Certo dia, seu superior veio visitá-lo. O estilo de vida de Willem o deixou chocado. O jovem pregador usava um casaco de soldado ve lho. Suas calças eram feitas de tecido de saco, e ele vivia em uma cabana simples. Willem dava seu salário às pessoas. O oficial da igreja estava in diferente.

— Você parece mais patético que as pessoas a quem veio ensinar — ele disse.

O que você faz com os momentos da vida em que os "mas Deus" aparecem ?

Willem perguntou se Jesus não teria feito o mesmo. O homem mais velho não concordava com nada. Essa não era a aparência adequada de um ministro. Ele afastou Willem do ministério.

O jovem ficou arrasado.

Ele só queria edificar uma igreja. Ele só queria fazer algo bom. Ele só queria honrar Deus. Por que Deus não o deixava fazer esse trabalho?

Eu tinha no coração o propósito...

Fiz planos...

Mas Deus...

Davi enfrentou o hipopótamo da frustração com o seu "no entanto, o Senhor". Davi confiou.

O que você faz com os momentos da vida em que os "mas Deus" aparecem?

O homem que perdeu a esposa não tem respondido bem. Enquan to escrevo este livro, ele guarda muita raiva e amargura. O jovem casal está enfrentando melhor a situação. Eles continuam ativos na igreja e oram por um filho. E Willem? Essa é outra história. Mas, antes de compartilhá-la, e Davi? Quando Deus mudou os planos de Davi, como ele respondeu? (Você gostará disso.)

Ele seguiu o "mas Deus" com um "no entanto, o Senhor".

No entanto, o SENHOR, o Deus de Israel, escolheu-me den tre toda a minha família para ser rei em Israel, para sempre. Ele escolheu Judá como líder, e da tribo de Judá escolheu minha família, e entre os filhos de meu pai ele quis fazer-me rei de todo o Israel (1 Crônicas 28:4).

Reduza o parágrafo a uma frase e você terá: Quem sou eu para recla mar?

Davi deixou de ser o tampinha para ser rei, de pastorear rebanhos para liderar exércitos, de dormir no pasto para viver no palácio. Ao ga nhar um sorvete, você não reclama da cereja que está faltando.

Davi enfrentou o hipopótamo da frustração com o seu "no entanto, o Senhor". Davi confiou.

Willem fez o mesmo. Não no início, lembre-se. A princípio, ficou magoado e irado. Permaneceu na pequena vila durante semanas, sem saber o que fazer. Não sabia para onde se voltar. Mas então aconteceu a coisa mais estranha. Certa tarde, ele percebeu um velho mineiro curvado atrás de uma enorme carga de carvão. Surpreso com a dor e a pungência do momento, Willem colocou a mão no bolso à procura de um pedaço de papel e começou a esboçar a figura cansada. Sua primeira tentativa foi grosseira, mas depois ele tentou novamente. Ele não sabia, os aldeãos não sabiam, o mundo não sabia, mas Willem, naquele momento, descobriu seu verdadeiro chamado.

Não era o hábito do clero, mas a roupa de um artista.

Não era o púlpito de um pastor, mas a palheta de um pintor.

Não era o ministério de palavras, mas o de imagens. O jovem ho mem que o líder não aceitou tornou-se um artista a quem o mundo não pôde resistir: Vincent Willem van Gogh.1

Seu "mas Deus" tornou-se um "no entanto, o Senhor".

Quem dirá que com o seu não ocorrerá o mesmo?

Eu chorei muito ao ler o capítulo 18 do Livro "Derrubado Golias" (Max Lucado), é o que vc acaba de ler...

Deus vai no mais profundo da nossa intimidade...

Pra. Lu de Souza

::O Ministério da Comodidade: Mica e o Levita::

Posted: sexta-feira, 16 de abril de 2010 by Ministério de Artes Inconformados in
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Olá....

Compartilho com vocês mais uma palavra que me despertou...

PRIMEIRO LEIA JUÍZES 17 E 18

“Havia um moço de Belém de Judá, da tribo de Judá, que era levita e se demorava ali. Esse homem partiu da cidade de Belém de Judá para ficar onde melhor lhe parecesse. Seguindo, pois, o seu caminho, chegou à região montanhosa de Efraim, até à casa de Mica. Perguntou-lhe Mica: Donde vens? Ele lhe respondeu: Sou levita de Belém de Judá e vou ficar onde melhor me parecer. Então, lhe disse Mica: Fica comigo e sê-me por pai e sacerdote; e cada ano te darei dez ciclos de prata, o vestuário e o sustento. O levita entrou e consentiu em ficar com aquele homem; e o moço lhe foi como um de seus filhos.” (Juízes 17.7-11)

O texto acima nos fala de um levita que resolveu seguir o seu próprio caminho, buscando sempre um lugar que lhe fosse cômodo, que melhor lhe parecesse.

Para muitos, não há mal algum no relato acima. Bem... não é tão simples assim. Mica era um homem que construiu em sua casa um altar com vários ídolos e nomeou seu próprio filho como sacerdote. O levita, como o próprio nome diz, era um ‘sacerdote’ que trabalhava no tabernáculo do Senhor. Eles eram consagrados, separados para os serviços na Casa de Deus e eram sustentados para exercerem apenas essa função. Não era qualquer um. A princípio, eram homens da tribo de Levi, selecionados pelo próprio Deus para exercerem tal função. Porém, o levita foi habitar na casa de um homem que não cumpria os mandamentos de Moisés e era idólatra. E por causa de que mesmo? De dinheiro. Ele foi capaz de ‘sujar’ suas vestes em troca de conforto, posição e bens materiais. Entretanto, o pior ainda estava para acontecer na vida deste levita: os Danitas, descendentes da tribo de Dã, invadiram a cidade de Laís e a tomaram. Neste ínterim, as montanhas de Efraim, onde habitava Mica, também foram invadidas e o levita recebeu uma proposta dos Danitas: “Não será melhor você ser sacerdote de uma cidade inteira do que apenas de uma casa?” (Jz. 18.19). O levita não pensou nem uma vez, imagine então duas! Arrumou suas vestes, pegou os ídolos da casa de Mica e foi embora. Mica, depois disso, foi morto a fio de espada (v. 27). Não parece que este fato aconteceu ‘ontem’. Infelizmente, aquele levita que havia sido escolhido para servir como sacerdote na Casa do Senhor, Deus de Israel, se deixou contaminar por causa da fama e da ascensão social que ele teria. Afinal de contas, ele não seria o sacerdote (diga-se de passagem, eleito por homens; algo abominável, pois apenas Deus nomeava alguém como sacerdote e/ou profeta) apenas de uma casa, mas de uma cidade, de uma tribo intera!

Pois bem, logo percebi que o “espírito” deste levita continua atuando nos dias atuais, e de uma maneira sem precedentes na história.

Na vida, e no ministério de quem opera este espírito?

Na vida e no ministério de pastores que não se contentam em trabalhar em igrejas de pequeno ou médio porte. Em vez de aguardarem e acatarem as decisões de seus presidentes e mesas diretoras, alguns pastores estão escolhendo as igrejas onde querem trabalhar, tentando impor a todo custo a sua vontade. Muitos destes, na hora de serem transferidos para outra congregação ou campo, sabendo que o porte do trabalho é menor, que rende menos, ou que dá menos status, criam os mais sérios problemas, tudo para não serem removidos de sua comodidade.

Na vida e no ministério de pregadores e ensinadores itinerantes, que não são mais guiados pela vontade e direção divina, mas, pela comodidade dos altos cachês (inclusive tabelados), dos melhores hotéis, dos melhores restaurantes, etc. Você já convidou uma destas celebridades e na última hora recebeu a notícia de que ouve um “imprevisto”, e o convite não pôde ser atendido? Fique sabendo (se já não sabe), que muitos destes “imprevistos” trata-se, na realidade, de “ofertas” mais gordas, de promessas mais promissoras que surgiram, e que em razão destas, você acabou “ficando na mão” (espero que na de Deus). Tudo em nome da comodidade.

Na vida e ministério de cantores e de bandas “evangélicas”, que abandoram a condição de verdadeiros adoradores, para se tornarem meros artistas profissionais, estrelas do mundo “gospel”, do mercado da fé, seduzidos pelo estrelato. Mera comodidade.

Na vida de jovens pregadores, que entorpecidos pelo incontrolável desejo de “fazer carreira ministerial”, deixam de prestar contas aos seus líderes, abandonam as suas congregações e se aventuram pelo mundo, de igreja em igreja, de cidade em cidade, de estado em estado, de comodidade em comodidade.

Todos estes, se oferecendo ou atendendo aos convites e ofertas dos “Micas” de hoje (hospedeiros, sustentadores e consagradores de aventureiros), reproduzem historicamente o erro daqueles que resolvem trilhar o seu próprio caminho, o caminho da insubordinação, da insubmissão, da inquietação, da ilusória e transitória vantagem pessoal.

Pr. Altair Germano

Cada um examine o seu próprio coração...

Pra. Lu de Souza

UMA FALSA GERAÇÃO PROFÉTICA? OU AUTÊNTICOS PROFETAS PARA ESTA GERAÇÃO?

Posted: terça-feira, 13 de abril de 2010 by Ministério de Artes Inconformados in
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Olá...

Temos aqui mais uma pérola rara...

Leia até o final e seja edificado...

Deus não está procurando uma geração de pessoas que se consideram proféticos e agem de uma forma comum e humana.

Cantam canções proféticas, mas essas canções chegam a Deus com um som distorcido, sem verdade e principalmente com falsidade e força do braço do homem.

Iludidos com a vida, cobiçando ídolos e profanando o que é Santo.

Ser profético significa ser sobrenatural e radical contra o pecado, a carne e o mundo.

Deus está à procura de profetas que morrem por uma visão.

Essa falsa geração profética contém:

Muitas fantasias, mas nenhuma responsabilidade;

Muitos sonhos e pouca prática;

Muitos planos, mas nenhum favor;

Muitos anelos, mas poucos princípios;

Onde os fins justificam os meios.

Os verdadeiros profetas se refugiam somente em Deus, em nenhum outro lugar ou pessoa.

Essa suposta geração profética representa uma amante e não a genuína noiva do Senhor.

A noiva é apaixonada e dá a sua vida (renuncia), a amante se perde em meio aos prazeres.

A amante não tem a visão do noivo e vive sua vida rodando em círculos sem saber o propósito de sua existência.

A amante visita seu noivo e é superficial, a noiva é íntima e habita com ele.

A noiva é comprometida e zela pela verdade, os amantes se vendem facilmente.

Somos a geração de profetas que antes de pensarmos ser proféticos devemos sonhar em sermos livres, livres para adorar a Deus (não usando da liberdade para dar ocasião à carne), livres para adorar e transferir genuína unção para essa geração.

Quero profetizar em tua vida não somente uma unção profética, mas em primeiro lugar profetizo a liberdade em Deus e autenticidade para que você experimente a genuína unção de um profeta radical e esse fogo levará você a zelar pelo nome “Geração de Profeta” que antecedem a volta do Senhor Jesus.

E a liberdade será a canção do meu coração.

Eu sou livre, sou livre para adorar...

E adorando ser como Jesus é...

Ricardo Robortella.

Compartilho com você aquilo que me abençoa...

Pra. Lu de Souza

::O Estigma da Unção::

Posted: sábado, 10 de abril de 2010 by Ministério de Artes Inconformados in
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Olá...
Continuamos com as pérolas...
Temos aqui um grande confronto, leia e examine-se a si mesmo...
"Tive que aceitar o fato que o melhor dos Cristãos sinceramente é colocado de lado pela unção."(R.T. Kendall). De alguma forma, nós que lemos o Novo Testamento e seguimos o ministério itinerante de Jesus, não encontramos nenhuma falha em Suas intenções e métodos usados para ministrar às pessoas. Mas, o que acharíamos hoje de Sua forma radical de libertar as pessoas. Dizer que Ele usava métodos estranhos, é uma atenuação. Por exemplo, Ele comparou uma mulher a um cachorro. Ele deliberadamente a insultou depois de ter ignorado por completo o seu pedido... "Não lhe respondeu palavra alguma." Os discípulos de Jesus, da mesma forma, a rejeitaram. Ao persistir, esta mulher foi exposta ao insulto de que ela, como um cachorro, não poderia comer da mesa do mestre. Qual seria a minha resposta se eu estivesse por perto e tivesse ouvido esta troca de palavras? Se eu conhecesse Jesus apenas casualmente, provavelmente teria ficado ofendido e criticaria esta atitude aparentemente rude e insensível. Afinal de contas, ela estava apenas pedindo uma oração e misericórdia em prol de sua filha que estava endemoniada. Somente se eu o conhecesse pessoalmente e intimamente,teria confiado em Sua resposta pouca ortodoxa. É óbvio que existe algo a ser dito pelo fato de conhecê-lO pessoalmente e intimamente. Podemos nos lembrar do dia em que Jesus cuspiu em um homem cego! "Como é que isso pode ser de Deus?", alguém poderia perguntar. Olhe por este ângulo, você aparece em um culto de Domingo em sua igreja Carismática e vê que convidaram um pregador de fora. Durante o culto alguém que você conhece traz um vizinho que é cego. Em direção ao pregador, eles vão - "Ore por meu amigo", é o pedido. Com isto, o pregador pega na mão do cego e o conduz para fora e cospe nele! Isto seria difícil de aceitar, não seria? Que tal isso: um missionário está visitando a sua cidade e você o convidou para vir e orar por um ente querido juntamente com os outros "intercessores." Ao chegar em sua casa, ele imediatamente coloca todo mundo para fora da casa. "Será que dá para todos saírem? Agora?" "Bem, quem você pensa que é?" Poderia ser a resposta irritada dos "Cristãos" de oração. Imagine que você tem um amigo rico que está passando por algumas dificuldades em sua vida. Então você convida o pastor para encontrar-se com você e com este seu amigo em um restaurante para almoçarem juntos. Durante a - até este ponto- amigável conversa, seu amigo finalmente pede conselhos ao pastor. "O que devo fazer?" é a pergunta. Um silêncio toma conta quando a resposta é dada. "Venda tudo o que você tem e entregue aos pobres, depois me siga." Isto é certamente a última coisa que uma pessoa rica deseja ouvir. A unção é a presença e o poder de Jesus operando em você e através da sua vida. É o poder de Deus que destrói os jugos. A unção é dada por ninguém mais do que o Espírito Santo e somente funcionará em resposta a Ele e aos Seus caminhos, não aos nossos. A tradição cristã e a retidão política têm se tornado tão excessiva em nossas igrejas que Jesus, Ele mesmo, provavelmente não seria reconhecido e muito menos aceito. E se Ele viesse e derrubasse as mesas e os balcões de venda? E se ele pegasse um chicote e começasse a bater nas pessoas? "Chame a polícia! Ligue para a Guarda Nacional!" "Meu Deus, tem uma pessoa endemoniada solta em nosso culto, alguém faça alguma coisa!" "Eu gostaria que a unção viesse em um pacote bonitinho e arrumado que se encaixa em nossa zona de conforto. Raramente vem." R.T. Kendall Aqueles de nós que queremos a unção devemos estar dispostos a suportar o estigma que vem associado a ela. O que hoje nós confortavelmente aceitamos como normal e compreensível, foi o estigma de alguém ontem. Você se lembra dos "que falam em línguas?" Ou "aqueles Pentecostais?" Havia um estigma associado aqueles que estavam à beira do que Deus estava fazendo naquela época. Os anti-Batistas foram assassinados porque eles rejeitaram o batismo por aspersão e pregavam o batismo por imersão. Onde está o estigma hoje? Eu não vejo nenhum. Eu não vejo este preço alto que foi cobrado de muitos antigamente. Isso me perturba. Me perturba porque este é o padrão. Cada mover de Deus traz consigo um estigma, então se não existe nenhum estigma, talvez não exista nenhum mover significativo de Deus. Entretanto, estou à procura? Eu vou aceitar o estigma enquanto puder estar naquilo que Deus está fazendo. Somos sempre convidados a fazermos parte do que Deus está fazendo. Não fomos chamados a ser populares, persuasivos, amigáveis ou bonitinhos. Fomos chamados a ser ungidos. Nosso chamado é para quebrarmos o jugo. Aqueles que dão início a rebeliões de prisões e libertam os presos. Fomos convidados a nos juntarmos ao grupo dos que viram o mundo de cabeça para baixo. Com toda nossa tecnologia de ponta e nosso equipamento de primeira, nós não chegamos nem perto do poder e da unção dos primeiros apóstolos. A sombra de Pedro, tinha mais poder do que todos os mais renomados pregadores dos dias de hoje, juntos. Qual é a razão para tal? Será que temos tido medo de fluir na unção e sermos radicais e ousados com ela? Tudo o que Jesus fazia tinha um certo risco. Insultar uma mulher e menosprezá-la é perigoso. Mas qual foi o resultado? Cuspir em um homem também era perigoso. Mas, qual foi o resultado? Colocar para fora da casa os amigos e família de uma pessoa, também é um pouco arriscado. Mas, qual foi o resultado? Você conhece as respostas para estas perguntas. O resultado foi que estas pessoas foram libertas e ministradas pelo poder de Deus. É isto o que busco: resultados! Eu quero o poder de Deus, nada mais e nada menos. A questão é: será que estou disposto a suportar o estigma da unção? Será que sou capaz de sobreviver à solidão da unção? Será que estou disposto a suportar a falta de compreensão, críticas, rejeição e reprovação da unção? Posso dizer que estou! Estou à procura do estigma que certamente vem com a unção. A popularidade não é o meu objetivo. Quero resultados! Quero ver pessoas mudadas e transformadas pelo poder de Deus.Será que eu poderia exortá-lo hoje a buscar com todas as suas forças o que Deus tem para sua vida? Será que eu poderia exortá-lo a não aceitar nada que venha substituir a unção e nenhum engano? Há uma unção em sua vida transferida por Jesus...desperte-a e deixe que ela flua. Se a sua paixão e zelo pelo Senhor têm resultado em perseguição e falta de compreensão, seja grande o suficiente para suportar o estigma e a reprovação. Vem junto com o pacote. Amém. Estigma= cicatriz, sinal... Por Dan Duke
Que cada um tome a sua decisão...
Pra. Lu de Souza

:::Todas as coisas cooperam:::

Posted: sexta-feira, 9 de abril de 2010 by Ministério de Artes Inconformados in
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Olá...

Primeiro quero falar do ensaio de ontem (quarta-feira)...

Foi tão bom, tão alegre, senti o grupo tão misturado, junto mesmo...

Deus está derrubando barreiras entre nós...

Os laços de amizade estão sendo fortalecidos, estamos crescendo

juntos na presença do Senhor...

Os resultados são visíveis, nosso logo está pronto...

Hoje, quinta-feira...

Ás 18:30h o culto na rua foi cancelado...

Surpresa pra nós, Deus já sabia...

Mas quero deixar registrado aqui um dos momentos mais lindos do dia...

O momento em que chegou a notícia do cancelamento do culto na rua...

Estávamos na igreja, quase prontos, faltavam apenas três pra serem maquiados...

Os Inconformados permaneceram onde estavam sem perder a empolgação...

Rimos, brincamos e continuamos a preparação...

Pra que? Pra tirar fotos, já que no dia do batismo não deu...

Fomos pro santuário e a Jessy Pregione nos auxiliou nas fotos...

Depois chegaram Carol e Ediane, entregamos o nosso jejum e Graças à Deus...

“Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus

e são chamados pelo seu propósito.”

Romanos 8:28

Pra. Lu de Souza